O SC Braga/AAUM e Paulo Tavares assinalam, esta temporada, o redondo e especial número de cinco temporadas de ligação. Praticamente meia década depois, Paulo Tavares conta-nos o que mudou no projeto, até onde considera que pode crescer e mostra-se preparado para igual – ou maior – ciclo ao leme da equipa. Não treme – nem teme – na hora de dizer que é em Braga e no banco de suplentes, junto à quadra, que se sente feliz. “Se me quiserem cá, ficarei muitos anos”, diz. Fique connosco e com o verdadeiro ‘Mestre da Tática’.

Paulo, esta é a quinta temporada ao leme do SC Braga/AAUM. Que balanço faz destes cinco anos no comando?

– Penso que o balanço é extremamente positivo. Quando entramos para o clube, o SC Braga/AAUM era uma equipa que lutava para poder entrar nos play-offs e hoje, ao fim destes anos, luta para ser a terceira força do futsal nacional, logo a seguir às equipas profissionais. Penso que o temos conseguido. A isso juntamos a componente universitária, com o plantel a mais de cinquenta por cento do plantel a ser composto por jogadores universitários. Por tudo isto, penso que toda a estrutura está de parabéns.

E vamos ter mais cinco anos de Paulo Tavares?

– Eu identifico-me completamente com este clube. Primeiro porque gosto de trabalhar com jovens e depois porque me identifico com a estrutura e com as pessoas que estão à frente do clube. São pessoas sérias e com quem é possível trabalhar da melhor forma. Se me quiserem cá, seguramente que ficarei cá muitos anos (risos).

Qual tem sido o segredo para o sucesso destes último anos?

– Como disse este é um grupo muito unido. É verdade que é um plantel muito jovem, mas com muita qualidade e grande capacidade de trabalho. Deixa-me muito satisfeito a forma como colocam em prática nos jogos aquilo que lhe passamos e trabalhamos diariamente. Esse é, sem dúvida, um dos pontos fortes deste grupo.

Imagina um Paulo Tavares longe da quadra?

– Sinceramente não é fácil imaginar-me longe disto, porque gosto muito do que faço. Só me imaginaria como diretor desportivo numa estrutura profissional ou algo do género. Mas, muito sinceramente, não me vejo longe disto. O meu lugar é aqui no piso, junto dos jogadores e a traçar estratégias e planos para este grupo.

Esta é uma entrevista que pode ler, na íntegra, na mais recente edição da revista SC Braga.