O SC Braga desloca-se, esta quinta feira, pelas 19h00, ao reduto do Casa Pia AC, em jogo a contar para a 26.ª jornada da Liga Portugal. Carlos Vicens, treinador dos Gverreiros, refletiu sobre a gestão do esforço a equipa e as lesões que se têm acumulado no eixo defensivo.

Gestão do esforço: “É verdade que, durante a temporada, temos de ir gerindo o esforço a cada três dias, incluindo o desgaste que se vai acumulando. Tivemos de ir encontrando soluções e o objetivo foi, ao mesmo tempo que íamos jogando, gerir como estavam os jogadores, aquilo que tínhamos de cada jogo. O trabalho foi orientado para estarmos preparados quando chegam momentos mais exigentes e queres atingir as últimas fases das competições, sabendo que tens muitos jogos oficiais numa temporada. Aí é importante conseguir ajudar a equipa a apresentar a melhor versão possível de poucos em poucos dias, com pouco tempo de recuperação. Tens de selecionar prioridades, focar-te no essencial e não usar o calendário como desculpa para não dar o melhor em cada jogo”.

Valorização na escolha do 11 inicial: “Trabalhamos com toda a informação disponível dentro da equipa técnica. Não privilegiamos apenas um aspeto, é um conjunto de dados e sensações que orienta as decisões. Sabemos que temos de ser capazes de competir ao mais alto nível, mesmo com limitações, porque psicologicamente cada jogo até ao fim é uma final. Na Liga Portugal, cada jogo conta para atingir o objetivo. Independentemente das dificuldades, queremos mostrar que somos capazes de competir com qualquer adversário”.

Lesões no lado defensivo: “A nível defensivo, estamos a tentar recuperar jogadores, mas não podemos garantir prazos. Vamos avaliando dia a dia. Alguns podem regressar gradualmente, talvez com minutos já no fim de semana, mas sempre com cautela”.

Jogo da Liga Europa: “Quanto ao calendário, não nos desviamos do foco. Temos de confirmar os nossos objetivos jogo a jogo. Existe a ambição de conquistar um troféu, mas isso não pode desviar-nos da consistência competitiva”.

Atletas de rotação: “Sobre os jogadores que entram a partir do banco: todos são importantes. Ao longo da temporada, muitos tiveram de assumir papéis diferentes por necessidade. Temos confiança no grupo, há jogadores jovens com grande futuro, e todos têm de estar preparados para ajudar a equipa em qualquer momento.”