A aventura europeia começa… Agora! A UEFA Europa League arranca com um duelo escaldante em casa do Wolverhampton FC.

Por norma apontamos cinco nomes a ter conta mas, em face da qualidade existente no adversário, vimo-nos obrigados a alargar o lote.

Assim, ao contrário do habitual, aqui tens um menu de não cinco mas SETE nomes importantes na equipa de Nuno Espírito Santo.

Venham eles… É disto que um Gverreiro gosta!

 

Rui Patrício

Começamos com um dos incontornáveis do futebol português. Campeão europeu, o guarda-redes mais internacional por Portugal… Enfim, um nome que dispensa apresentações.

Em Inglaterra, Rui Patrício chegou, viu e venceu… É, por estes dias, um dos melhores guarda-redes da – para muitos – melhor liga de futebol do mundo.

Formado no Sporting CP – clube que representou em 461 ocasiões -, defrontou o SC Braga em 24 encontros e soma um saldo francamente positivo… Mas adiante…

Curiosamente, o jogador que Rui Patrício mais vezes defrontou na sua carreira foi, nada mais nada menos, queeeee… Alan. É verdade, estes dois símbolos do futebol português defrontaram-se 20 vezes.

 

 

O guardião português é um dos ‘preferidos’ dos adeptos, e esta temporada já foi sinónimo de pontos para o Wolves. O penálti defendido no frente a frente com Pogba – aquando do empate a um com o Manchester United – foi um dos ‘highlights’ de Rui Patrício neste arranque de época.

Uma barreira difícil de ultrapassar, mas confiamos cegamente na qualidade ofensiva da nossa equipa. Por um dia sim de Ricardo Horta, Paulinho e companhia… e um dia não de Rui Patrício.

 

Willy Boly

Passamos a um nome bem conhecido da Legião… e que deixou saudades.

Willy Boly é um ‘gigante’ de 1,95 metros que tem muito futebol nos pés e na cabeça. O defesa-central representou o SC Braga entre 2014 e 2016, tendo realizado 61 jogos na pele de Gverreiro do Minho.

 

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É um nome que ficará para sempre na memória dos bracarenses, tendo sido uma das figuras importantes na conquista da Taça de Portugal em 2016.

Após uma curta passagem pelo FC Porto, impôs-se de forma indiscutível no Wolverhampton FC. A cumprir a terceira temporada em Inglaterra, soma já 87 jogos ao serviço da equipa de Nuno Espírito Santo.

Vai ser bom reencontrar-te, Boly.

 

Rúben Neves

Prosseguimos agora com um jovem médio… que é cada vez mais uma certeza no futebol europeu e mundial.

Faltam adjetivos para descrever aquilo que Rúben Neves tem feito por terras de sua majestade e aquilo que é a sua qualidade e potencial.

 

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Juntamente com João Moutinho – de quem falaremos já de seguida -, o médio de 22 anos é um dos ‘donos da bola’ do Wolves. Em média são mais de 50 passes por jogo, sendo que mais de 11 deles são longos e direcionados para o último terço do adversário.

No total, são 90 jogos e 13 golos ao serviço do Wolverhampton FC… todos eles de belo efeito, diga-se. É um dos jogadores com maior média de remates na Europa, num pé canhão que é uma das suas grandes imagens de marca.

 

 

Na retina está ainda o míssil lançado na direção da baliza de De Gea, num golo que, a juntar ao penálti defendido por Rui Patrício, permitiu aos lobos somar um ponto com o todo poderoso Manchester United.

 

João Moutinho

Depois de Rúben Neves… falamos do seu braço direito e de mais um incontornável do futebol português.

Após a passagem pelo AS Monaco, muitos lhe fizeram o ‘funeral’. Contudo, João Moutinho é mais um dos que parecem ser como o Vinho do Porto.

Está aí para as curvas… e para todas as batalhas a meio campo. Os médios do SC Braga que se cuidem, porque vão ter um pequeno grande médio pela frente… Capacidade de passe, visão de jogo, experiência e uma inteligência acima da média. Rótulos que não largam João Moutinho.

 

Pedro Neto

Nostalgia. Muita nostalgia.

Este é um daqueles nomes do qual nos dá um gosto tremendo falar. Produto com ‘o nosso carimbo’, podemos dizer que já sabíamos no que isto ia dar.

Pedro Neto é daqueles que não engana. Está-lhe no sangue. Super competitivo, joga com a mesma ‘lata’ na Pedreira, no Molineux ou no Camp Nou.

Velocidade, um pé esquerdo mortífero e aquela bênção que só os predestinados têm. Nasceu – e sabemos que vai chegar lá – para pisar os grandes palcos.

 

 

Depois de passagem pela SS Lazio, que se tem revelado importante no seu crescimento, o arranque no Wolves tem sido fantástico. Pedro Neto contabiliza já seis jogos e um golo, obtido na estreia com o Pyunik FC. Não satisfeito, somou ainda uma assistência num primeiro jogo de sonho.

Internacional português Sub-21, é cada vez mais uma certeza no futebol… mundial. Nós sabíamos… E é um orgulho vê-lo crescer.

 

Diogo Jota

Na frente de ataque do Wolves há mais um nome bem conhecido. Sem grandes rodeios, Diogo Jota é uma verdadeira máquina.

Marca, assiste, defende, pressiona, luta… Enfim, um exemplo de jogador de equipa e um sinónimo de eficiência.

Diogo Jota é um dos imprescindíveis de Nuno Espírito Santo e, também, um jogador unânime no seio dos adeptos.

 

 

A cumprir a terceira temporada como lobo, Jota está perto da centena de jogos. Os 94 jogos e os 31 golos marcados fazem dele umas das grandes figuras da equipa.

Esta temporada já leva três na conta pessoal… e fazemos questão de te mostrar no vídeo acima.

 

Raúl Jiménez

Fechamos com o maior perigo no ataque do Wolverhampton FC. E sim, é mais uma cara conhecida.

Depois de ter demonstrado excelentes credenciais ao serviço do SL Benfica, Raúl Jiménez está feito um senhor jogador em Inglaterra.

O avançado mexicano tem sido um verdadeiro ganha-pão do Wolves, levando já oito golos na presente temporada.

 

 

Jiménez é sinónimo de golos e de perigo para as defensivas contrárias, estando num momento de forma soberbo. Um inimigo público perfeitamente identificado pelos Gverreiros.